Não sei quem foi o desgraçado que pariu a idéia, mas o fato é que a praga se espalhou que nem cheiro de bosta recém pisada. É a tal poesia nos ônibus, tentativa demagógica de usar o dinheiro público para bajular poetas (felizmente) desconhecidos.
Pois, para combater mais esta desfaçatez politicamente correta, este Blog resolveu publicar os maiores expoentes conhecidos da Poesia de Latrina, iniciando pelo seu ícone máximo, reconhecimento do valor literário do gênero:
Triste sina, ser poeta de latrina!
Outras singelas poesias latrinais, de profundo cunho social:
Se merda fosse dinheiro, pobre nascia sem cu.
Pobre é que nem papel higiênico: se não tá num rolo, tá na merda!
E temos ainda a bela homenagem ao professor querido:
Se o mar invadisse a Terra,
com toda a sua força profunda,
Fulano não morreria
Porque merda não afunda!
Citemos também a conscientização ecológica nesta obra-prima:
Merda não é tinta,
Dedo não é pincel.
Quem cagar neste banheiro,
é favor usar papel.
Da mesma forma, o misticismo, com seus mantras positivos, se faz presente:
Cague cantando
Prá merda sair dançando.
Que tal estas singelas constatações filosóficas:
Neste lugar solitário,
onde toda vaidade se acaba,
todo covarde faz força
e todo valente se caga.
Aqui é um lugar de reflexão profunda,
a merda bate na água,
a água bate na bunda.
Cagaste fora do vaso
por que não cagaste dentro ?
A boca do vaso está torta
Ou teu cu está fora do centro?
O peido é o grito de liberdade da merda oprimida!
Por falar em vaidade, que tal esta:
Se cabelo tivesse valor,
não nascia no cu!
Poesia de Latrina também é cultura:
A diferença entre cagar e dar o cu é meramente vetorial
Aqui termina toda obra de um cozinheiro.
Querido leitor, se você tiver alguma contribuição, por favor, este Blog conta com a sua ajuda. Só não vale chinelagem, como chamar alguém de viado ou vagabunda, nem manifestações racistas, nem pagode.
Blog do Godofredo
Confesso que jamais tive, em toda a vida, um único pensamento politicamente correto. A tal correção política, que eu prefiro chamar de corretagem da politicalha, nada mais é do que a hipocrisia declarada e sem rodeios, o racismo disfarçado de tolerância, a cretinice assumida e a mentira conveniente.
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Ajude-me a desmascarar esta gentalha!
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Um comentário:
Concordo plenamente sobre as poesias em onibus. Representam um lixo cultural. Muitas de mau gosto outras tantas apenas sem qq vocação poética. Mas isso é bem o que a secretaria de des'cultura' desta provincia faz.
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