Quando vejo aqueles indiozinhos maltrapilhos cantando suas músicas típicas na Rua da Praia não posso deixar de me lembrar do livro "Inútil canto e inútil pranto pelos anjos caídos" do Plínio Marcos.
Nada a ver com os últimos momentos da vida de 25 homens enclausurados numa cela de presídio, e que morrem queimados durante uma rebelião (tema do livro) - mas a analogia é brutal: meia dúzia de crianças enclausuradas numa cultura sem futuro. Claro que os últimos instantes deles não serão devidos a um incêndio, nada tão rápido assim.
Não haverá tiro de misericórdia.
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